Uma maré de finitos.

Hoje, escrevo para mim.
Na verdade como na maioria das vezes.

Hoje eu disse a Deus que gostaria de morrer.
Não porque eu estou realmente querendo morrer ou porque eu goste de ver o sofrimento das pessoas, mas porque há um lado sombrio, eu diria, em mim.
Parece que há sempre uma tragédia a espreita.
Aguardando o momento certo pra vir a tona. Às vezes sinto que meu coração até se prepara pra ela…
Mas felizmente, ela nunca vem. Ou nunca veio.

São dias difíceis. Tardes e noites também.
Hoje me perguntei o que foi que eu fiz com a minha vida. Parece que a perdi. E tenho tão poucos anos pra crer que isso aconteceu.
O que há hoje de mais interessante na vida monótona que tenho, sou eu mesma.
É conhecer-me e reconhecer-me.
Saber quem sou e o valor que tenho me ajuda a vencer essa maré de finitos.

E pra ser bem sincera, o que sou é o oposto das palavras que escrevo.
Esse obscuro que paira por trás do que se lê talvez seja só uma armadura.
Armadura que me protege e defende de mim mesma. Dos meus dias ruins e do amargo que exala por vezes, do meu coração.

Playlist: Lady Gaga – Álbum Joanne
Fim de outubro, já sinto o cheiros dos preparativos para o Natal – o que não me anima.

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